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Prompt - Embarassed (OhnoShige)

Title: So embarassed
Fandom: NEWS e Arashi
Personagens: OhnoShige (Ohno Satoshi/Shigeaki Kato)
Gênero: fluffy, tentativa de comédia
Rating: PG
Sinopse: Shige nunca ficou tão vermelho
Nota: Eu não sou tão próxima do Arashi assim, então já pelo desculpas por qualquer coisa ^^
Eu escrevi essa fanfic de uma vez só então talvez eu a mude um pouco depois. Ou não.

Parte do desafio com a lady_nymus.


Shige corria para o camarim do Arashi e não tinha tempo para ficar com raiva de Koyama. Você se pergunta porque ele teria motivo para ficar com raiva do membro mais bonzinho e gentil do NEWS. Isso, Shige pensa, é porque apesar de ser o mais bonzinho e gentil, suas açôes nem sempre refletem isso. Pode até ser que ele fez isso querendo ajudar, mas acabou quase arruinando a vida de Shige.

Koyama simplesmente lhe disse que deu á Ohno um de seus poemas. Nada demais, ele queria seu senpai lesse os poemas. Mas não os que eram sobre ele.

Por isso Shige queria amaldioçar de todos os jeitos possíveis, em sua cabeça, o seu colega e caro amigo Koyama. Mas não tinha tempo pra isso pois seus pensamentos estavam ocupados pensando na vergonha que iria passar. Não só quando chegasse ao camarim, mas pelo resto de sua vida.


Seu rosto estava flamejando, mas não era de raiva, era de vergonha. Existe pré-vergonha? Porque era por isso que Shige estava passando.

Quando chegou ao camarim, não sabia por que tinha corrido tanto, se iria ficar parado na porta. Encostou na maçaneta, mas desistiu. A vergonha chegou ao ponto de fazê-lo botar as duas mãos na cara para sumir de uma vez da Terra. Isso não era possível, mas tinha que ter algum jeito de fazer sua existência desaparecer e não ter que confrontar nada do que seu poema embaraçoso iria lhe causar.


Como pareceu uma boa ideia escrevê-los... É tão apaixonado pelo senpai que quase nunca via, que tinha que botar isso para fora de algum jeito. E que jeito melhor do que escrever? É, isso pareceu uma boa ideia no começo. Aliás, como Koyama conseguiu arranjar um de seus poemas?

Balançou a cabeça. Isso não importava agora, quando já estava tudo perdido.

Shige tinha corrido até o camarim depois de ter xingado Koyama, para tentar se explicar. Mas como faria isso? Diria á Ohno que o Ohno dos poemas não era ele? Ele nem conhece nenhum outro Ohno. Eram tantas dúvidas que sua cabeça era uma grande interrogação vermelha no momento. Vermelha porque era a cor que seu corpo inteiro tinha adquirido, aparentemente.


Shige pulou de susto quando ouviu a porta se abrindo, e viu Nino saindo de lá.

“Shigeaki-san? O que quer com seus senpais?”

“Ah… Ah.. Não é nada. Obrigado.”

Ele tinha se virado para correr de lá o mais rápido possível, mas Nino foi mais rápido e ficou na sua frente.

“Acho que você estava parado na nossa porta faz um bom tempo.”

“Foi… Eu perdi o caminho de onde eu quero ir, é.”

Ele não conseguia olhar para seu senpai.

“Sabe, Shigeaki-san…”

Ele teve que olhar.

“O que?”

“Ohno tem uma coisinha que te diz respeito, se quiser pode ir lá olhar.”

Ele deu um sorriso doce. Só se for amargamente doce.


Shige não pensou em nada e só saiu em disparada para dentro do camarim.

Todo o resto do Arashi estava lá, e ele estava parado, ofegante, na porta. A diferença agora é que ela estava aberta. E todos estavam lhe olhando.

Ohno estava sentado na mesa do fundo, ele iria para lá.

Mas quando Aiba tinha aberto a boca para lhe saudar, Nino passou por ele na direção que estava seguindo antes.

“Ei, Oh-chan, mostre pra Shige o que você fez.”

Ele tinha pêgo uma folha de papel, mas Ohno a agarrou antes.

“Não, Nino!” Ele parecia desesperado.

O resto do Arashi parecia confuso.

“Me dá aqui, ele precisa ver!”

“Me devolve!”

Ele conseguiu agarrar e abraçou a folha de papel com sua vida, e estava vermelho.

Shige já tinha visto essa cor hoje. Mas nunca viu Ohno desse jeito, sentiu vontade de abraçá-lo.

Mas se lembrou do motivo que o fez ir até lá.


“Ohno-senpai, por favor, qualquer coisa que o Koyama tenha dito ou te dado, por favor ignore.”

Ele securvou o máximo possível, assim poderia ao menos esconder sua vergonha.

Ohno o olhou confuso. Mas Shige não percebeu e continuou falando.Muito rápido.

“Ele não sabe do que se tratava, e te deu, mas não tem nada haver com o senpai, é só um rascunho, uma coisa boba. Porfavorjoguenolixoomaisrápidopossível.”

“Shigeaki-san.”

“Mesmo que você já tenha lido, não precisa perguntar nada, é só uma coisinha boba e não tem significado algum. Quero dizer, foi só um rascunho de um…”

“Shigeaki-san!”

Shige olhou para cima e ficou mais vermelho ainda. Estava até suando. Seu coração batia forte só de falar com Ohno e por tudo isso, parecia que iria explodir.

“Medesculpaqualquercoisa!”

“Shigeaki-san, eu não faço ideia do que está falando.” Ele deu um sorriso tímido.

“O que?”

“Ninguém me deu nada, e não sei por que está se desculpando.” Ele falou tão gentilmente que a vergonha de Shige pareceu sumir mais por isso do que de alívio.

“Sério?”

Ele balançou a cabeça. “Sim.”

“Ah… Que bom.” Ele iria matar Koyama de verdade agora.

Mas o alívio foi tanto que seu corpo ficou totalmente leve e quase caiu para trás, e quando se segurou, apenas ouviu um barulho alto de algo se quebrando. O stress e a vergonha voltaram imediatamente.

“Ai meu Deus!”

Um vaso tinha caído e feito a planta que estava dentro ir para todos os lados.

Ele se abaixou rapidamente, e tentou juntar a terra e as folhas.

“Me desculpem, me desculpem!”

Ohno se abaixou também para ajudar.

“Não tem problema, foi um acidente.”

“Não é sua planta, Ohno?” foi Aiba que disse.

“É a planta do senpai? Me desculpe! Eu realmente sinto muito. Eu só faço bobagem.” Shige começou a suar de novo. Ele se sentiu muito mal.

“Mas coisas assim acontecem, só vou colocá-la na água e arrumo um vaso na volta.”

“Eh? Não, eu arrumo um vaso! Vou te trazer amanhã! Não, hoje mesmo.”

Satoshi riu.

“Não precisa.”

“Mas eu preciso te compensar.”

“Então…” Ele fez uma cara pensativa. “Você gosta de pescar também, não é? Que tal me pagar uma seção no meu lugar predileto?”

“Ah… Sim.” Espera, era um encontro? Sua cara nunca mais ia deixar de ficar vermelha.

“Então te passarei os detalhes por celular.” Ele nem sabia que Ohno tinha seu celular.

Certo, não iria mais matar Koyama.


O mais velho levou Shige para fora da sala, enquanto todos encaravam.

Nino pegou o papel que antes estava sendo apertado por Satoshi.

“Será que ele vai mostrar o desenho que fez do Shige?” E riu.

Tags: drabble, ohnoshige, prompt
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